Autismo · clínica e acompanhamento
Psicanálise e autismo
Há um debate público intenso sobre o autismo. A psicanálise de orientação lacaniana participa dele propondo algo específico: tomar a pessoa autista como um sujeito, não como um déficit a corrigir. Maleval (2017) descreve, por exemplo, como muitas pessoas autistas constroem soluções próprias, objetos, interesses, modos de borda, que a clínica deve respeitar e acompanhar, não combater.
Isso não opõe a psicanálise a outros cuidados: trata-se de somar uma escuta do singular ao acompanhamento da pessoa e da família.
Este site não realiza diagnóstico nem triagem de autismo. O diagnóstico é um ato clínico, feito no encontro e, em geral, multiprofissional. Aqui você encontra acolhimento e orientação para pensar os próximos passos.
Para quem é este cuidado
Acolho a pessoa autista e também a família. Escolha o caminho que faz sentido para você agora.
Para a pessoa autista
Crianças, adolescentes e adultos
Uma clínica que parte do sujeito, não do rótulo: respeito ao seu tempo, às suas invenções e ao seu modo singular de se relacionar com o mundo e com a linguagem.
Para a família e cuidadores
Um lugar para pensar os próximos passos
Orientação a pais e cuidadores que chegam cansados de informações contraditórias e precisam de escuta para sustentar o cotidiano e as decisões.
O que ofereço
- Clínica psicanalítica com pessoas autistas, respeitando seu tempo e suas invenções.
- Acompanhamento terapêutico (AT), presença clínica no cotidiano, na escola e nos espaços de circulação.
- Orientação a pais e cuidadores.
Referências
- MALEVAL, Jean-Claude. O autista e a sua voz. Tradução de Procópio Abreu. São Paulo: Blucher, 2017.
- LAZNIK, Marie-Christine. A voz da sereia: o autismo e os impasses na constituição do sujeito. Salvador: Ágalma, 2004.
Conteúdo informativo, embasado na literatura psicanalítica; não constitui diagnóstico nem substitui atendimento individual.